Esporte e Cultura

A cultura – somatória de costumes, tradições e valores -  é um jeito próprio de ser, estar e sentir o mundo, ‘jeito’ este que leva o indivíduo a fazer, ou a expressar-se, de forma característica.

Para o artista, a arte é uma forma de liberação emocional, sendo a criação uma forma elaborada e complexa de transformar o sofrimento em beleza, o objeto artístico sendo a forma de comunicação do mundo interno do artista.

O mundo é repleto de símbolos e significados que possibilitam grandes descobertas nesta fase da infância.

A arte possibilita o desenvolvimento de atitudes essenciais para o indivíduo como o senso crítico, a sensibilidade e a criatividade.

A arte faz parte da vida da criança como instrumento de leitura do mundo e de si mesma.
No processo de aprendizagem em Artes Visuais, a criança exterioriza seu mundo interno, sua personalidade e seu modo de ver e de sentir as coisas.

Ela traça um percurso de criação e construção individual que envolve escolhas, experiências pessoais, aprendizagens, relação com materiais e sentimentos.

A criação é exclusividade das crianças, mas cabe ao professor alimentar esse percurso de forma intencional, oferecendo propostas e experiências variadas.

Promoção Musical – respire musica,

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.

Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

1)    Semana da dança.

Podemos considerar a dança como uma  das mais antigas formas de expressão corporal e artística do homem.

Historicamente os movimentos corporais sempre estiveram presentes na evolução humana sendo uma necessidade cultura e social do homem, onde representa,  ainda uma forma instintiva de comunicar-se através do corpo por meio de padrões próprios de movimento.

Como arte, a dança é fruto da necessidade de expressão do homem.

A dança é uma das raras atividades humanas em que o homem se encontra totalmente engajado: corpo, espírito e coração, sendo um esporte completo e também um meio de meditação, e de conhecimento, a um so tempo introspectivo e do mundo exterior.

2)    Oficinas de arte e musica para crianças.

A Arte faz com que o ser humano possa conhecer um pouco da sua história, dos processos criativos de cada uma das linguagens artísticas, o surgimento de novas formas de realizá-la, sempre se aprimorando no decorrer dos anos.

A Arte além de integrar pessoas, faz com que elas tenham uma outra forma de se expressar, podendo através dela demonstrar aquilo que sente ou pensa, além de fazer com que a pessoa tenha uma análise crítica daquilo que vê, ouve, assiste ou faz, tendo uma base para poder construir uma ideia ou projeto.

Através da Arte é possível realizar muitas coisas, pois com ela, as pessoas podem demonstrar aquilo que sentem através de uma tela, de uma poesia, de uma música, de uma representação, de uma dança, de uma escultura, etc, podendo compartilhar suas idéias com as demais pessoas.

3)    Ateliê de pintura e escultura.

A ABEC junto com a   equipe de educadores tem a visão de usar a arte para a criança expressar seus   sentimentos, ou seja, de olhar o mundo através do seu olhar.

Adverte que para um   adulto o que ás vezes lhe parece insignificante, no que diz respeito á   expressão da criança, na verdade se traduz numa expressão do seu confronto   consigo mesma, de olhar para o seu próprio “eu”.

Nesta expressão, está   muito mais do que um simples desenhar ou garatujar sem objetivo, mas na   expressão de suas reflexões, seu raciocínio e suas habilidades para pensar.

A riqueza da   sensibilidade em avaliar um trabalho de arte na criança está em perceber e   poder compreender a sua expressividade, pois a criança só desenha o que   conhece e ainda, o que é importante para ela.

 

Se a criança, desde   cedo for bem direcionada neste aspecto, á medida que cresce, tanto mais   crescerá o seu entendimento sobre a vida e sua riqueza em detalhes   interpretados livremente por ela.

A pintura é o canal de   se compreender a “íntima compreensão das relações que estabeleceu com as   coisas que representou” (p.14), tornando a criança extremamente flexível   em suas relações com o mundo.

 

O autor afirma que a   criança que desenvolveu a confiança no sentido da interpretação positiva do   adulto em relação á sua arte, sendo o seu meio de expressão, terá nela uma   ferramenta valiosa de superação de suas dificuldades pessoais e onde   acontecerá gradativamente o alívio de sua tensão e ansiedade nas suas   relações e trocas. Todas ou quase todas as suas experiências exercem alguma   influência sobre ela, e o autor chama á atenção para que: quando esta   sensibilidade é trabalhada na criança e no seu interior, ela se reverterá e   uma sensibilidade também em relação ás outras crianças ou pessoas, ou seja,   serão despertadas na criança, atitudes desprendidas de cooperação (que   se inclui aqui uma luta por objetivos melhores e mais altos e descobertas de   seus sentimentos sobre si mesmas e do seu ambiente). E o mais importante, o   exercício de “experimentar e errar” como algo natural e necessário á sua   construção enquanto sujeito social.

O uso constante da   arte na vida da criança é de total importância para o desenvolvimento sadio   do seu intelecto e de suas emoções, que só poderiam ser expressar desta   foram, já que o uso das palavras ainda possa aparecer inadequado, pois é algo   que ela ainda não domina. O destaque para o ambiente familiar, nada mais é do   que o conhecimento sobre a importância do desenho da criança e a habilidade   necessária em conduzi-la sadiamente em suas expressões, o que poderá a meu   ver, ser tranquilamente exposto nas reuniões de pais e professores na escola.   Este é um papel importante a ser trabalhado pela escola.

 

Outro ponto destacado   pelo autor é o acesso das crianças aos cadernos de colorir, enfatizado por   ele, como inibidor, no sentido que “a criança, obrigada a seguir   determinado contorno, acha-se impedida, por nós, de resolver, criativamente,   suaspróprias conexões” (p.23). Vou figurar como: tentar   desenhar dentro de uma camisa de força. Pois nestes cadernos, não há   espaço para a expressão livre, e principalmente não evidencia a sua   particularidade enquanto sujeito único e individual. O grande problema para a   criança está para o autor em “depois de condicionada à coloração das   figuras, terá dificuldade em desfrutada independência de criar” (p.24). A   expressão, portanto, das crianças, torna-se rígida e totalmente dependente de   “modelos”, tornando assim, um sujeito com pensamento dirigido, inflexível e o   mais agravante: tenso, pois “frustram as suas próprias ambições criativas”,   e até limam completamente enquanto ela cresce e se desenvolve.

Neste mesmo fio   condutor, se aplica á questão dos recortes e modelos, que enquadram as   expressões das crianças numa mesma sala de aula, á um modelo único de   expressão. O resultado é a perda de confiança em sua expressão   pessoal. Esta imposição acaba por condicionar a expectativa inconsciente   da criança e á uma dependência do adulto em relação ao modelo que ela sempre   deverá seguir. O mesmo se aplica aos seus pais.

A análise de uma   atividade criadora para a criança, muitas vezes está condicionada á idéia de   que “devemos pintar as coisas, segundo nos parecem realidade ou de acordo   com a importância que têm para nós (adultos). É justamente esta questão que   se aplica às proporções utilizadas na atividade criadora da criança” (p. 31,   grifo meu).Aqui realmente destaco como de grande importância, pois   evidenciamos verbalmente e de forma muito enfática e até exagerada algo que   nos traz sentimento de felicidade. A criança faz isso quando desenha. É   exatamente a mesma proporcionalidade. Novamente, a sensibilidade aplicada á   essas análises do adulto com relação à expressão da criança, é uma prática   realmente viva e experimentada entre ambos. O interesse maior, o grande   esforço do adulto estará em “preservar a felicidade e a liberdade” da   criança. É um processo totalmente desprendido e natural, aonde a criança   chegará voluntariamente ao ajuste da suas próprias proporções.

Concluindo esta   reflexão, não mais importante do que as acima, os fatores fundamentais de um   desenvolvimento livre da criança por conseqüência da expressão da sua arte   estão às análises sobre elogioscríticaspré-conceitos   fundados em senso comuns e finalmente, a exposição da arte   da criança. A sinceridade em elogiar com real merecimento, não sendo   indevido e nem uma inverdade. Neste caso, o comentário positivo será a grande   ajuda para que a criança explore todas as suas possibilidades em desenhar   algo mais elaborado, com maior riqueza de detalhes. O extremo desta ação, é a   busca pelo real na arte infantil, pois o único real é o que sai da mente da   criança. A busca e o esforço por parte do professor deverá ser sempre uma   valiosa ajuda ao seu desenvolvimento, sem se preocupar com modelos   estereotipados.

 

A criança se expressa   pelos seus próprios meios, que são muito peculiares de cada criança. E por   fim, quando damos demasiada atenção á exposição da arte da criança,   correremos o risco de aguçar precocemente o senso crítico dela em relação aos   seus trabalhos artísticos. É evidente que ela ainda não tem este senso   formado dentro de si, o que irá acontecer é que esta ação a tornará   inflexível, e a pior das manifestações, poderá se tornar repetitiva e incapaz   de ajustar-se. O efeito é uma manifestação radical e até definitiva. O autor   salienta que: “O incentivo para maior criatividade e maior flexibilidade   não nasce do produto de sua arte, porém de sua maior sensibilidade diante de   cada tentativa” (p.38).

4)    Aulas de violão e flauta.

A música está presente em todas as culturas nas mais diversas situações.

Faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que, já na Grécia antiga, era considerada fundamental para a formação dos futuros cidadãos.

Desde que se estuda a história da humanidade, tem-se observado que a música  sempre fez parte da vida do homem.

Em qualquer parte do mundo, em todas as épocas, a música e o homem sempre viveram juntos.

Podemos suprir que no principio, o homem reproduzia os sons que ouvia na natureza, como o vento forte e seu sussurrar nas folhagens, a água dos rios, o estalar dos galhos, o canto dos pássaros e tantos outros não só com a intenção de imita-los, mas também porque essa era a música que ele conhecia.

A música é uma linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio.

Devemos dar à criança oportunidade de viver a música, apreciando, cantando e criando som.

ESPORTE

A prática de esportes beneficia grandiosamente as pessoas e até mesmo a sociedade, pois reduz a probabilidade de aparecimento de doenças, contribui para a formação física e psíquica além de desenvolver e melhorar tais formações.

Os esportes coletivos e individuais auxiliam a formação de conceitos básicos de cidadania, ou seja, os aspectos afetivos, sociais, cognitivos, culturais e biológicos do esporte muito contribuem para questionamento de situações e problemas.

A prática de esporte é essencial para uma melhor qualidade de vida. Assim como o conhecimento faz diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano. Para as crianças e adolescentes o esporte proporciona momentos de aprendizagem. Ao praticar um esporte expressamos sentimentos, crenças, valores, enfim, nosso modo de sentir e perceber o mundo, proporcionado assim um impacto positivo sobre a educação.

1)    Escola de capoeira ou judô,

2)    Escolinha de futebol,

3)    Escolinha de atividades esportivas.